
Imagem: PMSJ
A comunidade esportiva de São José e familiares e amigos de Beatriz Baldissera Peixoto, de 15 anos, enfrentam um momento de profunda tristeza após a morte da jovem atleta neste sábado (26), em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis.
Conhecida como Bia, a adolescente tinha uma trajetória em ascensão no handebol e representava São José em competições locais e estaduais. Moradora de Palhoça, ela também estudava no Colégio Adventista do Estreito, em Florianópolis.
Segundo informações divulgadas pelo SJ Agora, Beatriz estava em um sítio, na companhia de três amigas, quando ocorreu um acidente envolvendo um balanço com estrutura antiga. Conforme o relato, a adolescente tentava subir na estrutura quando o balanço cedeu e caiu sobre ela.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil. Até o momento, a causa da morte não havia sido divulgada oficialmente pela Polícia Civil ou pela Polícia Científica.
A notícia provocou uma onda de homenagens nas redes sociais. Amigos, familiares, colegas de equipe e pessoas ligadas ao esporte compartilharam fotos e mensagens para lembrar a jovem.
A Prefeitura de São José, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e do Time São José, lamentou a morte. Em nota, destacou que Bia representava o município com talento, dedicação, alegria e carinho, deixando sua marca no handebol josefense.
Como forma de homenagem, a Secretaria de Esportes solicitou à Fesporte que seja realizado um minuto de silêncio nas partidas restantes da Etapa Regional Sul dos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC).
O Colégio Adventista do Estreito também publicou uma nota de pesar e cancelou as atividades previstas para este domingo (27). Nas redes sociais, amigos e pessoas próximas compartilharam lembranças da adolescente e lamentaram a perda precoce.
“Você partiu tão cedo, amiga”, escreveu uma amiga próxima em uma homenagem publicada nas redes sociais.
O velório está previsto para ocorrer neste domingo (27), das 22h às 2h, no Crematório Catarinense, na BR-101, km 217, na saída 216 Sul, no bairro Pacheco, em Palhoça.
Bia deixa a lembrança de uma jovem que, ainda aos 15 anos, já construía sua história dentro do esporte e conquistava espaço no handebol catarinense.