
Imagem: Portal TopElegance
A Avenida Hercílio Luz ficou tomada por moradores nesta segunda-feira (7), em Tijucas. Depois de anos sem a tradicional programação, o município voltou a celebrar o 7 de Setembro com um grande desfile cívico, reunindo escolas, bandas, entidades, forças de segurança e representantes de diferentes setores da comunidade.
O prefeito Maickon Campos Sgrott, do PL, acompanhou o desfile e falou sobre a emoção de ver novamente a tradição ocupando as ruas da cidade.
Segundo o prefeito, a realização do desfile vinha sendo um pedido antigo da população. A intenção era retomar a programação já em 2025, mas os impactos das enchentes fizeram com que a administração priorizasse a recuperação do município.
Com o planejamento iniciado no começo deste ano, a programação de 2026 ganhou força e chegou ao dia do desfile com cerca de 50 entidades participantes.
A movimentação também marcou o retorno das bandas ao evento. De acordo com o prefeito, grupos que estavam praticamente desativados voltaram a se organizar e cresceram ao longo dos meses. O que começou com poucos integrantes chegou a reunir mais de 300 participantes.
Para Maickon, o resultado vai além de uma programação oficial do município. O desfile representa um resgate cultural e uma forma de aproximar as novas gerações da história e das tradições de Tijucas.
E entre as cenas que mais despertaram memórias durante o evento estava uma que parece simples, mas carrega um significado enorme para quem cresceu na cidade: crianças recebendo o famoso e tradicional pão com laranjinha. O próprio prefeito lembrou da infância ao comentar a tradição.
A cena representa, para muitos moradores, uma lembrança dos antigos 7 de Setembro em Tijucas e mostra como pequenos costumes também fazem parte da identidade de uma cidade.
Com a Avenida Hercílio Luz lotada dos dois lados, o desfile deste ano marcou o reencontro de Tijucas com uma tradição que estava fazendo falta.
Mais do que uma celebração da Independência do Brasil, o 7 de Setembro de 2026 entrou para a memória da cidade como um dia de reencontro com a própria história.
