As Polícias Científica e Civil de Santa Catarina iniciaram nesta segunda-feira, 24, uma ação para coletar DNA de familiares de pessoas desaparecidas. O atendimento ocorre em 22 cidades e segue até sexta-feira, 28.
O material genético será comparado com perfis de pessoas ainda não identificadas, vivas ou mortas. A iniciativa também contempla casos antigos.
A coleta é feita com uma haste na parte interna da bochecha. O procedimento é gratuito, rápido e indolor. O material permanece sob sigilo e é utilizado para identificação.

A recomendação é que pelo menos dois familiares próximos, como pais, filhos ou irmãos, participem. Quem já forneceu material anteriormente não precisa repetir a coleta.
O perfil genético é inserido em um banco de dados e comparado automaticamente com novos registros. Quando há compatibilidade, a família é comunicada.
Para participar, é necessário preencher um formulário no site da Polícia Científica de Santa Catarina. Após o cadastro, a equipe agenda o atendimento.
Os pontos de coleta ficam em Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Caçador, Campos Novos, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Joaçaba, Joinville, Lages, Palhoça, Porto União, Rio do Sul, São Bento do Sul, São Joaquim, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste e Tubarão.