
Imagens: PRF\SC
Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), realizada com apoio de drone na BR-282, a Via Expressa, em Florianópolis, flagrou cenas que chamaram a atenção pelo risco à segurança de crianças dentro dos veículos.
Em dois dos flagrantes, bebês eram transportados no colo de passageiros. Em outra situação, uma criança estava sozinha no banco da frente do carro e sem o cinto de segurança.
A fiscalização também identificou outros comportamentos perigosos. Em um dos casos, uma mulher aparece deitada no banco dianteiro enquanto o motorista, ao lado dela, dirigia sem cinto e ainda manipulava o celular.
Para a PRF, situações como essas representam um risco grave, especialmente em caso de colisão. Uma criança transportada no colo não pode ser segurada com segurança por um adulto durante um impacto. Mesmo que o passageiro esteja usando o cinto, a força da colisão pode fazer com que o próprio corpo do adulto atinja a criança.
O transporte inadequado de crianças também pode resultar em consequências legais. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transportar criança sem o dispositivo de retenção adequado configura infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Além da penalidade, o alerta principal é para a preservação da vida. Cadeirinha, bebê-conforto, assento de elevação e cinto de segurança não são apenas exigências da legislação: são equipamentos fundamentais para reduzir os riscos de ferimentos graves em uma colisão.
