O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a abertura de uma investigação sigilosa para apurar informações encontradas pela Polícia Federal no celular do advogado Frederick Wassef, defensor do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A decisão, assinada em 30 de junho, determina que os dados sejam desmembrados da investigação sobre as joias sauditas e passem a tramitar em uma petição autônoma sob sigilo.

Segundo Moraes, a Polícia Federal identificou elementos sem relação com o objeto do inquérito das joias, o que justificou a abertura de uma apuração específica.
Os autos foram encaminhados à Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá 15 dias para analisar o material e se manifestar.
Em nota, Wassef afirmou que a apreensão do celular foi ilegal e negou ter cometido qualquer irregularidade.