
Santa Catarina reafirmou sua posição como referência econômica ao registrar, pelo quinto trimestre consecutivo, a menor taxa de desemprego do Brasil. De acordo com os dados da PNAD Contínua divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (14), o estado iniciou o ano de 2026 com um índice de desocupação de apenas 2,7%, patamar significativamente inferior à média nacional de 6,1%. O desempenho reflete um mercado de trabalho altamente aquecido, que levou o estado a ultrapassar a marca histórica de 4,5 milhões de pessoas ocupadas, além de liderar o ranking nacional de formalidade com a menor taxa de informalidade do país (25,4%).
O cenário de pleno emprego é acompanhado por uma valorização expressiva da renda do trabalhador catarinense. O rendimento médio mensal atingiu R$ 4.289, valor 15,2% superior à média brasileira, posicionando o estado com a quarta maior remuneração do país. Segundo o governo estadual, esses indicadores são reflexo de uma economia diversificada que combina alta ocupação com proteção social e estabilidade, resultando também na melhor distribuição de renda do Brasil pelo segundo ano consecutivo.
O crescimento da população ocupada foi impulsionado por setores estratégicos que apresentaram expansão robusta no primeiro trimestre de 2026. Os principais destaques setoriais incluem:
· Agropecuária: O setor de agricultura, pecuária e pesca registrou o maior avanço, com alta de 14,5% na comparação anual.
· Serviços e Tecnologia: As atividades de informação, comunicação e finanças cresceram 6,6%.
· Indústria e Construção: Ambos os setores mantiveram ritmo forte de contratações, com crescimento de 5,4%.
· Indústria de Transformação: Segmento vital para a economia local, apresentou avanço de 4,2%.

Foto: Roberto Zacarias