A família da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, cobra a liberação do corpo duas semanas após o crime ocorrido em Florianópolis. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (25), os familiares afirmaram não ter recebido informações sobre os trâmites junto à Polícia Científica, nem sobre a situação do imóvel da vítima, localizado no bairro Ingleses.
Segundo os irmãos, a falta de retorno tem dificultado a realização do sepultamento. A família declarou que busca “um enterro digno” e relatou sofrimento diante da ausência de respostas oficiais.

Luciani foi vista pela última vez no dia 4 de março, na região da Praia dos Ingleses. O desaparecimento foi percebido dias depois, quando ela não entrou em contato com familiares, e o boletim de ocorrência foi registrado em 9 de março.
De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, a vítima teria sido morta entre os dias 4 e 5 de março. O corpo foi localizado no dia 11, em área rural de Major Gercino, e identificado por exame de DNA dois dias depois.
A investigação segue em andamento, e as autoridades ainda não divulgaram novos detalhes sobre a liberação do corpo ou do imóvel. O espaço permanece aberto para manifestações oficiais.