Política

Saída de João Rodrigues da prefeitura intensifica disputa entre PSD e PL

Prefeito deixará o cargo no dia 23 de março e cenário eleitoral no estado passa a consolidar disputa

Por Redação D
11/03/2026 14:00:28

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, anunciou que irá renunciar ao cargo no dia 23 de março, data em que completa aniversário. A saída do comando do município ocorre em meio às articulações para as eleições deste ano em Santa Catarina e reforça a consolidação de dois blocos políticos liderados pelo Partido Social Democrático e pelo Partido Liberal.

A decisão marca um novo capítulo nas movimentações eleitorais do estado. Apesar de existir, inicialmente, a expectativa de uma composição entre as duas siglas em torno da reeleição do governador Jorginho Mello, as tratativas não avançaram e os grupos passaram a buscar alianças distintas para a disputa.

 

 

Antes de deixar o cargo, João Rodrigues participará de um encontro político marcado para o dia 21 de março em Chapecó. O evento deve reunir lideranças do PSD, além de convidados de outros partidos, como representantes do Movimento Democrático Brasileiro e do Progressistas.

Paralelamente às movimentações do PSD, o governador Jorginho Mello publicou um vídeo em suas redes sociais destacando parcerias institucionais com prefeitos de diferentes partidos. Na gravação, o chefe do Executivo estadual afirma que o governador atua como “prefeito das 295 cidades catarinenses”.

O vídeo reúne declarações de gestores municipais que mencionam projetos executados em parceria com o governo estadual. Entre eles estão o prefeito de Blumenau, Egídio Ferrari, além do próprio João Rodrigues, que cita a obra do Elevado da Bandeira, realizada em Chapecó.

Também aparecem na publicação o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, filiado ao PSD, e a prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan, que menciona a estadualização do Hospital Municipal Ruth Cardoso.

Outro participante do vídeo é o prefeito de Joinville, Adriano Silva, filiado ao Partido Novo e anunciado como pré-candidato a vice-governador em uma possível chapa liderada pelo PL.

Com a renúncia anunciada e as articulações partidárias em curso, o cenário político catarinense passa por uma reorganização que deve influenciar diretamente as composições eleitorais e as alianças municipais nas eleições deste ano.

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