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Maternidade, molhes, ponte e ginásio: o mega-pacote planejado para iniciar em 2026

O TopElegance teve acesso ao roteiro completo de obras para esse ano.

Por Redação D
07/01/2026 12:00:23

O planejamento que Maickon Campos Sgrott (PL) desenha para Tijucas em 2026 não é tímido, é um ‘pacotão’ de obras e ações que tenta reposicionar a cidade no mapa regional. A pedido da reportagem do TopElegance, o prefeito listou 14 frentes que devem nortear o próximo ano administrativo. Na prática, um roteiro do que começa a sair do papel.

 

 

No topo da lista estão os molhes da Boca da Barra, classificados pelo próprio prefeito como “o maior projeto da cidade”. A engrenagem burocrática já gira no Instituto do Meio Ambiente, e a expectativa é destravar as licenças nos próximos meses para iniciar as obras.

 

 

Outra frente sensível é a reabertura da maternidade do Hospital São José, fechada desde 2018. Hoje, gestantes são obrigadas a buscar atendimento em municípios vizinhos, um desgaste que Sgrott quer encerrar “de forma definitiva”.

 

 

A mobilidade urbana também entra em cena. A prefeitura quer tirar do papel a construção de uma nova ponte sobre o Rio Tijucas, ligando a Avenida Hercílio Luz ao Sul do Rio, ao lado do Dino. A travessia promete aliviar gargalos viários em uma área que concentra indústrias, o outlet da cidade e já projeta a chegada de uma unidade da Havan.

Na educação, o plano prevê reestruturação física das escolas e a criação de mais de 30 novas salas de aula. Na saúde, entram reformas em UBSs e a entrega da nova UBS do bairro XV de Novembro, anunciada como a maior da cidade. A infraestrutura deve ganhar pavimentações no Centro e no interior.

 

 

O esporte aparece com a proposta de um ginásio multiuso para quase 2 mil pessoas, um salto diante do atual, que comporta 400 e carrega mais de 40 anos. O pacote inclui ainda 12 novas praças, ampliação de ciclovias, ações de saneamento nos loteamentos Mata Atlântica e Feller e a criação de uma equipe de abordagem social para enfrentar o avanço da população em situação de rua.

Há espaço também para o simbólico: “resgatar o 7 de Setembro” e mais uma edição do Réveillon na praia entram no calendário. Se tudo isso sair do papel, 2026 promete transformar Tijucas num grande canteiro de obras, e num teste de fôlego político para o prefeito.

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