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Doenças do coração e câncer são as causas que mais matam em Tijucas, segundo o IBGE

IBGE mostra que a maior parte dos óbitos ocorreu entre idosos e revela predominância de doenças crôn

Por Redação D
30/11/2025 15:00:54

O panorama de mortalidade em Tijucas, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), revela um cenário marcado pelo impacto das doenças crônicas e pela concentração de óbitos nas faixas etárias mais avançadas. Os dados do Censo de 2022, revelam 315 mortes registradas no município, com leve predominância entre os homens, responsáveis por 163 óbitos, contra 152 entre as mulheres.

A distribuição por idade evidencia que grande parte das perdas ocorreu entre idosos acima de 60 anos, especialmente nos grupos entre 70 e 79 anos, com 77 mortes, e entre aqueles com 80 anos ou mais, que somaram 82 óbitos. A faixa entre 60 e 69 anos registrou outras 62 perdas, reforçando a tendência de mortalidade elevada entre idosos.

 

IBGE mostra que a maior parte dos óbitos ocorreu entre idosos e revela predominância de doenças crônicas, além de destacar a presença de causas externas e enfermidades respiratórias. Foto: Arquivo

 

Apesar disso, o levantamento mostra que o impacto não se restringiu às idades avançadas: houve mortes em todas as faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes, com registros entre menores de 1 ano, crianças de 1 a 9 anos e jovens de 10 a 19 anos.

As principais causas de morte confirmam a força das doenças crônicas no município. As doenças do aparelho circulatório aparecem no topo da lista, com 74 óbitos, seguidas muito de perto pelos neoplasmas (tumores), responsáveis por 73 mortes. Na sequência, destacam-se as doenças respiratórias, com 30 óbitos, e as doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas, que somam 29 registros, grupo que inclui enfermidades como diabetes e distúrbios hormonais.

Outros grupos de doenças também compõem de maneira significativa o panorama local. As doenças infecciosas e parasitárias responderam por 23 mortes, enquanto as causas externas, que abrangem acidentes, violências e outros eventos imprevisíveis, representaram 36 óbitos no total, um número expressivo dentro do conjunto da mortalidade municipal.

Ainda aparecem no levantamento doenças do sistema nervoso, aparelho digestivo, geniturinário, pele e tecido subcutâneo, além de afecções perinatais, que somaram cinco casos.

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