Um menino de quatro anos morreu em Florianópolis no dia 17 de agosto com sinais de agressão. O inquérito aponta que o padrasto, de 23 anos, pesquisou em um aplicativo de inteligência artificial “o que acontece se ficar enforcando muito uma criança” no mesmo dia do crime.
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O laudo necroscópico revelou que a morte ocorreu por choque hemorrágico causado por traumatismo abdominal. Segundo a polícia, o garoto sofria maus-tratos praticados pelo padrasto, com conhecimento da mãe, de 24 anos.
Ambos foram indiciados por homicídio qualificado. A mãe foi liberada na audiência de custódia por estar grávida, enquanto o homem segue preso. O caso está agora com o Ministério Público. Com informações, ND+.