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Assalto em Criciúma é considerado maior e mais violento do estado

200 kg de explosivos foram deixados em um carro na cidade

Por Redação
01/12/2020 10:20:27
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Fotos: /Divulgação

Um assalto ocorrido entre a noite de segunda-feira (30) e madrugada de terça (01), em Criciúma, é considerado o maior e mais violento ocorrido até hoje no estado. A ação criminosa contou com participação de cerca de 30 pessoas encapuzadas e fortemente armadas.

De acordo com informações do delegado Anselmo Cruz, titular da Delegacia de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais de Santa Catarina, o alvo foi uma agência do Banco do Brasil. "É uma inédita ação aqui no Estado. Nunca houve com essa dimensão, com essa violência e isso nos traz já, nos remete, a ser um pessoal de fora que tenha praticado o crime", disse.

Ainda de acordo com delegado a quadrilha usou fuzis calibres 556 e 762 e .50, capaz de derrubar até um helicóptero. Pela cidade é possível ver marcas de tiros disparados que atingiram o Batalhão da Polícia Militar, prédios e estabelecimentos comerciais.  

Funcionários públicos foram feitos reféns, locais foram incendiados e aproximadamente 200 quilos de explosivos foram deixados dentro de um automóvel Fiat Mobi, que estava estacionado ao lado do banco.

Os artefatos foram desativados e retirados por cinco equipes do Esquadrão Antibombas do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), da Polícia Militar. O que chamou a atenção do delegado foi que um aparelho celular estava acoplado a carga, ou seja, uma simples ligação poderia aciona-la.

Até o momento sabe-se que duas pessoas ficaram feridas, sendo elas, um PM e um vigilante, e quatro moradores da cidade foram detidos por tentar subtrair cerca de R$ 800 mil que devido a uma explosão ficaram espalhados pelas ruas.

A mobilização policial das policias Militar e Civil deve continuar por vários dias em toda a região.

Dez carros usados no assalto foram apreendidos pela polícia. Eles foram deixados no milharal de uma propriedade privada localizada em Nova Veneza.

O Banco do Brasil ainda não se pronunciou sobre o valor levado pela quadrilha. 

 

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