Política

Consequências estão batendo à porta do governo Moisés

Operação 02 resultou em algumas prisões e conduções para depoimento de membros do governo

Por Redação
13/05/2020 16:09:10
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Foto: /Divulgação

As consequências estão batendo à porta do governo Moisés, essas consequências são fruto das ações de combate ao covid-19, melhor dizendo, da farra promovida tendo como desculpa o combate à pandemia.

Aqui no TopElegance, já foi exposto no artigo apontando que possivelmente teria sido torrado 33 milhões do contribuinte Catarinense na compra de respiradores fantasmas.

Eis que se confirmou os fatos, e tudo isso foi possível devido aos decretos, que previa o estado de emergência e/ou calamidade, já que, quando decretaram esses tipos de estado críticos, são flexibilizados os caminhos burocráticos de licitação bem como de gasto público.

Diante da situação mais "solta" foi realizada a compra em lapso de tempo relâmpago e foi depositado para empresa de fundo de quintal, do Rio de Janeiro, a quantia de 33 milhões em dois depósitos.

Logo começaram a chegar as desculpas esfarrapadas da empresa, e as sucessivas trocas de data de entrega dos aparelhos, diante disto o setor de segurança pública, alinhado ao ministério público, iniciou a operação tendo em vista que os indícios eram explícitos, de que o cofre público Catarinense tinha sofrido lesão grave.

A ordem judicial para bloqueio das contas da empresa foi emitida, porém não foi encontrado lá 33 milhões, em sim um valor muito diferente, algo em torno de 46 mil restavam na conta da VeigaMed.

A partir daí com a Operação 02 resultou em algumas prisões e conduções para depoimento de membros do governo.

Deixando de lado os desdobramentos da investigação e operação, analisemos mais diretamente o papel de Moisés nessa situação.

A compra foi feita com assinatura de Moisés? Ora se ele não acompanhou cometeu crime de responsabilidade fiscal pela omissão ou negligência.se assinou a compra e não analisou a situação mesmo assim cometeu O delito negligenciando o gasto do valor, montando decorrente do sofrido pagamento de impostos da população Catarinense.

Seja por ação ou omissão, o comandante Moisés errou. Se por um lado o STF blindou o governador para que determinasse limitações aos direitos fundamentais, previstos na Constituição Federal, determinando confinamento e prejudicando o direito de ir e vir, em Tempo de Paz, o STF de maneira alguma pode salvaguardar o mandato do Coronel, que negligenciou gastos, na compra superfaturada de respiradores fantasmas.

A analogia apontada neste artigo aponta para o papel do comandante em relação ao navio, a tradição é que o comandante deve afundar junto com o navio, no caso de Moisés, já não é bem assim, o navio não deve afundar, que vá só o comandante.

Os deputados na Alesc, se articulam para uma CPI, bem como outros setores da sociedade civil já protocolam pedido de impeachment.

Se todos esses atos acabarem se encontrando, é possível que o governador tenha um árduo caminho pela frente.

Quem já teve a experiência de passar pelo serviço militar conhece expressão "moita", por este termo é conhecido, o militar que não tem interesse em cumprir bem as suas funções se esconde da missão, não executa bem o seu serviço, tenta não ser visto para não ser lembrado.

Já aqueles que possuem um certo posto elevado, moita é aquele que fica delegando funções e distribuindo tarefas e fica sentado atrás da mesa lustrando as insígnias e esperando alto salário cair na conta.

Vamos ver no futuro, se Moisés agiu ou não como a “oficial moita", ou, neste caso, "governador moita".

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