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Polícia acredita que ataques criminosos têm ligação com morte de faccionado

Mandado de prisão de Rudmar foi expedido na operação Ragnarök

Por Elson Lopes
08/11/2017 14:43:18

Foto: PM de Porto Belo/Divulgação

A polícia acredita que o ataque com disparos de arma de fogo contra o destacamento da Polícia Militar, em Porto Belo e contra a delegacia de Tijucas têm ligação com a morte de Rudmar Fernandes, 23 anos em confronto com a Polícia Militar no loteamento jardim Progresso em Tijucas. 

 

 

Rudmar estava com um mandado de prisão em aberto expedido na maior operação da PM realizada no Estado de Santa Catarina, a “Ragnarök”, ocorrida também no loteamento Jardim Progreso no dia 06 de outubro de 2017. De acordo com o Tenente Coronel José Evaldo Hoffmann, que na época liderou a operação, ele pertencia a facção criminosa (PGC) Primeiro Grupo Catarinense.   

No ataque em Porto Belo a PM tem informações que dois homens em uma motocicleta, passaram em frente à base policial e efetuaram diversos disparos.

De acordo com o Tenente Israel Nascimento Damázio, Comandante da Polícia Militar de Porto Belo e Bombinhas,  acredita-se que o atentado seja uma represália por conta da morte do criminoso após confronto com policiais na cidade de Tijucas, bem como por conta da prisão de dois traficantes pela manhã, no Bairro Santa Luzia, em Porto Belo, presos por tráfico de Crack.

 

 

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